Olhando para o meu caleidoscópio, eu me pergunto:
- Conheço-te?
Busco as palavras para responder, procurando-me,
- Bem (...)
Não creio que HAJA um “eu”
Identificar quem eu sou é excluir-me de experimentar quem eu serei
Amanhã
Posso dizer-lhe o que aprendi sobre mim, o que eu
PENSO que constitui meu ser,
Mas, quem “EU SOU”,
Minha identidade,
é uma longa
diária,
surpreendente,
Revelação;
Existe enquanto existo
em tempo e espaço mutantes
de diferentes maneiras
Nunca inteiramente fixa mas baseada na vida,
na terra,
Existo aqui e agora.
Uma vez quis ligar-me a uma identidade
“Latina, ou “mulher”, ou (...) seja lá o que for – mas agora,
me ligo à Verdade de mim mesma;
um trabalho realizado pelo tempo,
noção “pós-estruturalista” de mim mesma,
a culminação de vários elementos que
Não cabem bem dentro uma caixa;
Não consigo desenganchar-me quando interrogada:
Identifique-se!
Latina?
- Certo,
Hispânica?
- hm, acho que (...)
Hispânica não branca?
- hhmm (...) Que quer dizer isso?
Sexo feminino?
- Sim
Mulher?
- Diria que sim, mas de qualquer forma, que é que você quer dizer com isso (...)?
Assim muitos elementos desarticulados aparecem
em mim e se expressam
todos os dias.
Convergem sem que eu saiba
Embora não sem meu reconhecimento –
Aprecio suas viagens para dentro de mim e a conseqüente descoberta;
Elementos que me roçam –
Ininteligivelmente,
por determinação própria
Sempre a dar-me um nome,
um coração, uma alma
Uma vida.
Aprecio a aprendizagem,
a experiência
o desejo de rir
e de ser amada,
de amar e viver
com o infinito milagre
de Ser que Eu sou.
(Laura Silvina Torres)
- Conheço-te?
Busco as palavras para responder, procurando-me,
- Bem (...)
Não creio que HAJA um “eu”
Identificar quem eu sou é excluir-me de experimentar quem eu serei
Amanhã
Posso dizer-lhe o que aprendi sobre mim, o que eu
PENSO que constitui meu ser,
Mas, quem “EU SOU”,
Minha identidade,
é uma longa
diária,
surpreendente,
Revelação;
Existe enquanto existo
em tempo e espaço mutantes
de diferentes maneiras
Nunca inteiramente fixa mas baseada na vida,
na terra,
Existo aqui e agora.
Uma vez quis ligar-me a uma identidade
“Latina, ou “mulher”, ou (...) seja lá o que for – mas agora,
me ligo à Verdade de mim mesma;
um trabalho realizado pelo tempo,
noção “pós-estruturalista” de mim mesma,
a culminação de vários elementos que
Não cabem bem dentro uma caixa;
Não consigo desenganchar-me quando interrogada:
Identifique-se!
Latina?
- Certo,
Hispânica?
- hm, acho que (...)
Hispânica não branca?
- hhmm (...) Que quer dizer isso?
Sexo feminino?
- Sim
Mulher?
- Diria que sim, mas de qualquer forma, que é que você quer dizer com isso (...)?
Assim muitos elementos desarticulados aparecem
em mim e se expressam
todos os dias.
Convergem sem que eu saiba
Embora não sem meu reconhecimento –
Aprecio suas viagens para dentro de mim e a conseqüente descoberta;
Elementos que me roçam –
Ininteligivelmente,
por determinação própria
Sempre a dar-me um nome,
um coração, uma alma
Uma vida.
Aprecio a aprendizagem,
a experiência
o desejo de rir
e de ser amada,
de amar e viver
com o infinito milagre
de Ser que Eu sou.
(Laura Silvina Torres)


2 Comments:
Quantos caminhos até a paz?
Quantas lágrimas até a alegria?
Quanta chuva até o verão?
Não sei bem das coisas...
Apenas sinto saudades.
Força Sempre
Victor Oscar
Hummm....
coisas bonitas reveladas por aqui.
Obrigada por presentear-me com essas palavras de Laura Silvina Torres. Elas apontam para um direção libertadora do ser, que tenho aprendido um pouco com voce e outras pessoas bonitas que Deus te me agraciado com o privilégio de conhecer e caminhar, mesmo que apenas alguns passos.
saudações maltrapilhas do Du
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